Dianna Russini continua sendo um tema significativo de conversa três meses após o maior escândalo de sua carreira.
Na quarta-feira, o New York Times divulgou um longo artigo detalhando a revelação do caso do ex-repórter da NFL com o técnico do New England Patriots, Mike Vrabel. Entre as coisas reveladas estava que ela ganhava US$ 800 mil anualmente, o que contribuiu para a gravidade do choque que seus colegas sentiram quando surgiram as imagens dela com Vrabel.
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A investigação que se seguiu criou supostas divergências entre o The Athletic, o principal empregador de Russini; e o Times, dono da vertical esportiva. E foi algo que Les Bowen, veterano do Philadelphia Eagles, refletiu nas redes sociais:
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“Minha maior conclusão aqui é que há muita coisa acontecendo internamente no casamento entre o Athletic e o NYT. Por que designar dois repórteres para isso e depois negar-lhes acesso?”
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Dianna Russini aborda brevemente a demissão do The Athletic
Quando o escândalo de Mike Vrabel estourou pela primeira vez, Dianna Russini foi inflexível ao afirmar que estava lá como parte de um dia de folga para meninas. Logo, porém, conforme a opinião mudou, ela decidiu renunciar, dizendo:
“Não tenho interesse em submeter-me a um inquérito público que já causou muito mais danos do que estou disposto a aceitar. Em vez de permitir que isto continue, decidi afastar-me agora. Faço-o… porque me recuso a emprestar-lhe mais oxigénio ou a deixar que isso defina a mim ou a minha carreira.”
Desde então, ela permaneceu em grande parte silenciosa sobre o assunto. No entanto, ela emitiu esta declaração ao Times na quarta-feira:
“Isso teve um impacto significativo na minha vida, tanto profissional quanto pessoalmente.”
Nem Vrabel nem a organização Patriots puderam ser contatados para comentar.
Editado por André Castillo